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TJSP na Mídia: Jornal de Bauru noticia projeto do Prêmio #Rompa

Prática recebeu menção honrosa na premiação.       O jornal JCNet, que veicula notícias de Bauru e região, publicou hoje (21) matéria sobre a iniciativa Há de flor... e Ser, idealizada pela juíza Daniele Mendes de Melo. Com o título Projeto bauruense de proteção da mulher é reconhecido pelo TJSP, a notícia fala sobre menção honrosa que a prática recebeu no Prêmio #Rompa – TJSP/Apamagis, realizado no ano passado para  identificar e disseminar trabalhos de combate à violência de gênero realizados no Estado de São Paulo.      A reportagem conversou com a magistrada, que elogiou a iniciativa. “A premiação traz um reconhecimento da necessidade do envolvimento da sociedade para por fim à desigualdade de gênero. Para o grupo de profissionais que atuam no projeto, [a menção] é um estímulo à sua retomada”, falou.      O projeto, iniciado em 2019, busca resgatar a autoestima da mulher que foi vítima de qualquer tipo de violência, além de conscientizá-la sobre seus direitos. As principais atuações do Há de flor... e Ser são: atendimento psicológico, aulas de ioga e dança e círculo de mulheres, mas outras práticas podem vir a ser incorporadas futuramente.       Segundo Daniele Mendes de Melo, as atividades foram pensadas como um meio facilitador para a adesão das mulheres à atividade de psicoterapia, integrada ao programa. A ideia é proporcionar a escuta ativa da vítima, o fortalecimento de sua autoestima e o empoderamento, para que venha a romper o ciclo de violência.        Prêmio #Rompa     O prêmio foi lançado junto com o Projeto #Rompa. As inscrições tiveram início em abril, com o objetivo de identificar e disseminar projetos de combate à violência de gênero realizados no Estado de São Paulo e premiaram o Projeto Somos Marias na categoria Magistrada/Magistrado e o Aplicativo PenhaS na categoria Sociedade Civil.      Foram 58 inscrições: 11 na categoria Magistrada/Magistrado e 47 na categoria Sociedade Civil. Os trabalhos passaram por verificação prévia da comissão organizadora e, na sequência, foram avaliados pelas comissões julgadoras. Cada categoria teve cinco juradas, profissionais com reconhecida experiência na área, que analisaram resultados; criatividade e inovação; qualidade; replicabilidade e alcance social.      Avaliaram os trabalhos da categoria Magistrada/Magistrado a desembargadora Angélica de Maria Mello de Almeida, a delegada Cristine Guedes, a jornalista Flávia Oliveira, a professora Fabiana Cristina Severi e a promotora de Justiça Juliana Tocunduva. O júri da categoria Sociedade Civil foi composto pela advogada Claudia Luna, juíza Juliana Silva Freitas, psicóloga Mafoane Odara, professora Mariângela Magalhães e defensora pública Mônica de Melo.             imprensatj@tjsp.jus.br       Siga o TJSP nas redes sociais:     www.facebook.com/tjspoficial     www.twitter.com/tjspoficial     www.youtube.com/tjspoficial     www.flickr.com/tjsp_oficial     www.instagram.com/tjspoficial
21/01/2022 (00:00)
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